Dor Pélvica Crônica

É todo e qualquer desconforto na pelve e pode ser contínuo ou que se repete com início há seis meses ou mais. Diversas são as causas desta queixa, e, portanto, para maior eficácia do alívio dos sintomas é recomendável à investigação, ao invés, do uso indiscriminado de analgésicos. E, é fundamental valorizar a queixa, pois, além de interferir na qualidade de vida, algumas situações podem evoluir e assim causar outras limitações.

 

Cerca de 15 % das mulheres referem dor pélvica crônica, destas por volta de 50% decorrem da endometriose e os demais diagnósticos de origem ginecológicas mais frequentes são a miomas uterinos, aderências pélvicas, adenomiose, prolapsos genitais (mobilidade excessiva dos órgãos pélvicos em decorrência da perda da sustentação e em casos extremos exteriorização de órgãos pela vagina) e infecção dos órgãos genitais.

 

Porém, há outras causas não relacionadas com sistema reprodutor que podem causar dores pélvicas crônicas. E, podem ser de origem do sistema urinário como inflamações de bexiga, destaca-se a cistite intersticial crônica, pedra nos canais urinários e outros.

 

Como também, podem ser de procedência do intestino, destaca-se a retocolite, síndrome do cólon irritável, obstipação e intolerância alimentares (lactose e glúten).

 

Dores de origem muscular e articular, também, são frequentes, e podem estar associados a outras condições.

 

Havendo toda estas possibilidades, a investigação e tratamento podem abranger outras especialidades para a resolução ou ao menos o controle da dor.

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